Slow Movement: Desacelere, Viva Muito e Viva Bem!

O Artista Henrique Vieira Filho E O Tempo

Slow Art - O Que É Bom Leva Tempo O Artista Henrique Vieira Filho homenageia Salvador Dali, tendo ao fundo a sua obra Polimetropolis

Tela Polimetropolis – O Artista Henrique Vieira Filho homenageia Dali

Slow Movement: Desacelere, Viva Muito e Viva Bem!

Viver em um ritmo acelerado, de certo que tem um certo charme (“live fast, die young” – viva rápido, morra jovem…), contudo, considero que a alternativa é bem mais interessante: desacelerar, viver muito e viver bem!

O Slow Movement preconiza a vivência do tempo com maior QUALIDADE para tudo e todos.

Começou na Itália, em 1996, com o Movimento Slow Food, que contrariava os valores e a cultura associadas ao “fastfood”: a proposta é a de saborear lenta e atentamente a refeição, a qual igualmente levou tempo e atenção para ser preparada, em contraponto às comidas “massificadas” e “pré-fabricadas”.

O ideal “slow” pode ser aplicado a tudo, focando em desacelerar para apreciar e tornar mais prazerosas todas as atividades.

A “filosofia slow” estendeu-se para inúmeras áreas, enumerando, a seguir, algumas delas:

  • “Slow Cities” – cidades pequenas, com maior qualidade de vida…,
  • “Slow Travel” – apreciar o passeio como um todo, não apenas o destino…,
  • “Downshifting ou Simplicidade Voluntária” – redução de preocupações, de bens materiais, para conquistar mais tempo para o convívio com quem amamos e demais atividades prazerosas…,
  • “Slow Fashion” – roupas sustentáveis e duráveis, que não saem de moda no ano seguinte; qualidade em detrimento da quantidade…,
  • “Slow Sex” – sem pressa, com carinho, amor e muito mais prazer…,
  • “Slow Art” – propõe apreciar por 5 a 10 minutos cada obra e trocar ideias sobre a experiência, sob a coordenação de um curador ou artista (sobre este tópico, tenho mais a dizer, na sequência)…

Se antes, o ditado era “tempo é dinheiro”, a nova versão pode ser “tempo é prazer”.

Existe uma verdadeira obsessão por atividades e tecnologias que otimizam o tempo, só que, ao invés de aproveitar este ganho para o lazer, as pessoas acumulam outras novas tarefas! A impressão é que o dia não é suficiente para cumprir todos os compromissos…

Degustar refeições, conversar, conviver com a natureza, apreciar as artes, enfim, os prazeres da vida são tidos como um “insulto” à nossa posição de “ocupados demais para se dar ao luxo desperdiçar tempo”.

Viver num ritmo slow é procurar viver num ritmo equilibrado que seja bom para o corpo e bom para a mente (saúde), bom para os relacionamentos, para as sociedades e comunidades (desenvolvimento pessoal, social e local), e para o planeta (ambiente, sustentabilidade), é um modelo de equilíbrio para viver melhor sabendo quando é necessário abrandar ou acelerar não deixando que o abrandamento se torne estagnação, nem deixando que a aceleração se torne maníaca.
Fonte: https://www.slowmovementportugal.com/

Focando o tema para as Artes, onde seria de esperar-se qualidade de público e de interação, o que se constata é justamente o oposto: a média gasta por um visitante em frente a uma obra é, segundo o “The New York Times”, de 15 a 30 segundos!

Museus, galerias e meios de comunicação mensuram o “sucesso” das atividades artísticas pela QUANTIDADE de pessoas circulando, pois não há como medir a subjetividade: o PRAZER e a QUALIDADE da experiência vivida.

Phil Terry, CEO da Collaborative Gain, Inc. é o idealizador do Slow Art Day (dia 08 de Abril). Frequentador rotineiro de galerias e museus, mudou radicalmente seu modo de apreciar e interpretar as obras, após ter experienciado, pela primeira vez, dedicar longos minutos para cada obra, em 2008, no Museu Judaico, passando a incentivar esta forma de vivenciar a Arte.

O Slow Art Day orienta aos observadores das Artes que dediquem de cinco a dez minutos a cada obra escolhida e, então, lhes propicia a oportunidade de conversar sobre a experiência com outros espectadores, comumente, com a mediação de um Artista ou um Curador.

Pessoalmente, tenho o prazer e a honra de ser o representante brasileiro do Slow Art e, de 08 a 14 de abril, dedicarei a receber o público, organizado em pequenos grupos com horários pré-agendados (reserve seu lugar, inscrevendo-se aqui!).

Os visitantes serão os “curadores”, selecionando as telas que mais apreciam e estas serão postas em exibição particular! Após apreciarem, trocaremos ideias, e, como também sou Psicoterapeuta, é bem provável que a dinâmica flua para vivências, exercícios de imaginação ativa, perante a reação a cada tela (assista ao vídeo!).

Venha vivenciar o universo “slow” de QUALIDADE de experiências: será um prazer lhe receber na Slow Art Week Brazil – de 08 a 14/04/2018!

Encontro com vocês lá!

Slow Art Week Brazil – de 08 a 14/04/2018

Desacelere, Aprecie e Vivencie A Arte

Galeria HVFARTES
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP
[email protected]

Whatsapp: 11 – 93800-1262

Saiba que será um prazer lhe receber!

 

RSVP: Clique e Acesse o Formulário Para Agendamento

Para o proveito integral da Experiência em Arte, estamos agendando dia e horário e a proposital limitação para até 6 visitantes simultâneos, garantindo assim, o conforto, proveito e a qualidade das vivências, pois vão muito além de simples “passeios” pelas obras!

CRONOGRAMA DE DIAS E HORÁRIOS:

Domingo, 8 de abril de 2018
13:00 – 15:00
16:00 – 18:00
Segunda, 9 de abril de 2018
10:00 – 12:00
13:00 – 15:00
Terça, 10 de abril de 2018
10:00 – 12:00
13:00 – 15:00
Quarta, 11 de abril de 2018
10:00 – 12:00
13:00 – 15:00
Quinta, 12 de abril de 2018
10:00 – 12:00
13:00 – 15:00
Sexta, 13 de abril de 2018
10:00 – 12:00
13:00 – 15:00
Sábado, 14 de abril de 2018
13:00 – 15:00
16:00 – 18:00

 

Slow Art – 08 de Abril – Dia Mundial

Slow Art Week Brazil-08 a 14 de Abril

08 de Abril – Dia Mundial da Slow Art

Resgata o prazer em apreciar e experienciar a ARTE!
Desacelere, Aprecie e Vivencie A Arte!
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca

RSVP: Clique e Acesse o Formulário Para Agendamento

     A proposta do movimento mundial “Slow Art” é que se amplie o tempo de apreciação de cada obra (ao invés de tão somente “passar” por ela….) e os participantes se reunirem para conversar sobre a experiência.

Em um minuto, este vídeo bem humorado mostra a diferença entre Slow Art e uma Exposição Convencional.

  • Exposições Convencionais: lotadas, poucos segundos para apreciar as obras…
  • Slow Art: tranquilidade, conforto, prazer, tempo, hora marcada…
Pessoas transformadas em obras de Arte!
Pessoas transformadas em obras de Arte, pelo Artista Plástico Henrique Vieira Filho

Mais do que apenas adquirir pinturas, VOCÊ pode VIVENCIAR A ARTE tornando-se sua própria obra-prima!
Na Exposição Slow Art Week, os participantes terão a oportunidade de conhecer o processo criativo!

Henrique Vieira Filho-Artista Plástico e Psicanalista
Henrique Vieira Filho-Artista Plástico e Psicanalista junto a uma de suas obras mais prestigiadas

 

     Com dia e hora previamente agendados, o Artista Henrique Vieira Filho (representante oficial do Movimento Slow Art no Brasil) receberá grupos de até seis participantes na intimidade de seu estúdio, situado na região dos Jardins (São Paulo – SP).

     Os visitantes elegem as obras em exposição que mais lhe impactaram, passando a apreciá-las com conforto e TEMPO e ainda podem interagir com o Artista, seja conversando sobre as pinturas, seja experienciando uma vivência em Arteterapia ou Psicoterapia Holística!

RSVP: Clique e Acesse o Formulário Para Agendamento

Slow Art Week Brazil
de 08 a 14/04/2018

 

Conforto e tranquilidade na Slow Art
Conforto e tranquilidade na Slow Art

Galeria HVFARTES
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP
[email protected]
Whatsapp: 11 – 93800-1262

Saiba que será um prazer lhe receber!

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A Monalisa E O Movimento Slow Art

Monalisa No Louvre - Slow Art vs Exposições Convencionais

A Monalisa E O Movimento Slow Art

A Arte de Apreciar a Arte

Minha experiência junto ao Louvre gerou a convicção de apoiar o Movimento Slow Art, que resgata o prazer, conforto e proporciona experiências especiais e únicas na apreciação da Arte, em museus, galerias e exposições.

Caminhava maravilhado pelos corredores do museu, demorava em cada obra o tempo que o coração determinasse, sem pressa alguma, fotografando ao me despedir de cada tela…

Tudo ia muito bem até que… a Monalisa me chamou! Uma placa indicativa apontava a direção e a segui…

Aí começou o martírio, situação que lamento ver repetir em boa parte dos vernissages atuais: ouço passadas rápidas e ruidosas… centenas!

Humor - Ver a Monalisa no Louvre é uma experiência traumatizante
Humor – Ver a Monalisa no Louvre é uma experiência traumatizante.
Gif animada parodia o excesso de turistas circulando na sala da Gioconda

Exagero em dizer que o chão tremia perante algo que parecia ser uma avalanche descendo a montanha: estourou uma manada de pessoas anti-slow-art!

Tal qual Indiana Jones, tento manter-me à frente da imensa bola humana que rolava impiedosa pelo antes sereno ambiente.

Em vão: o tsunami humano me arrastou e eis que me vejo perante Vossa Majestade, a Gioconda!

Ingênuo, tentei apreciar… Contudo, cotoveladas, pisões e esbarrões são péssimos aliados. Um infindável revezamento de pessoas, uma após outra, parando por alguns segundos para uma “selfie” com a celebridade mais popular do Louvre.

Evoquei todos os poderes dos monges tibetanos para me isolar do mundo e focar na mais conhecida obra de Da Vinci…

Ops, superpoder errado! Precisaria emprestar do Superman sua visão telescópica e de raio-X, tamanha era a distância somada a um vidro de proteção que nem sequer é antirreflexo!!

O reflexo no vidro era tamanho, que enxergava nele mais a tela que estava na parede ao lado (suponho que seja a obra ”The Fainting of Esther”, de Paolo Veronese…), do que a própria Monalisa!

Henrique Vieira Filho nos mostra o efeito visual prejudicial do vidro de proteção da Gioconda, de Leonardo Da Vinci
Henrique Vieira Filho nos mostra o efeito visual prejudicial do vidro de proteção da Gioconda, de Leonardo Da Vinci

Bem mais agradável foi a experiência que despertou o artivismo em Phil Terry, a qual mudou radicalmente sua apreciação das Artes, após ter experimentado dedicar vários minutos a cada obra, no Museu Judaico, em 2008.

Antes acostumado a tão somente passear pelas obras, ampliou exponencialmente o prazer e a percepção de belezas e detalhes nas telas, a tal ponto que tornou-se patrono do Slow Art Day.

A cada ano, geralmente no dia 08 de abril (em 2018, optaram pelo dia 14…) as galerias participantes em todo o mundo estimulam aos visitantes que selecionem algumas de suas obras e as apreciem por 5 a 10 minutos cada, tendo a oportunidade, a seguir, de trocar experiências com os demais participantes, sob mediação de um curador ou artista.

No Brasil, a Galeria HVF Artes e Sociedade Das Artes, são os representantes oficiais do movimento, e mais do que tão somente um dia, uma semana inteira estará à disposição: Slow Art Week Brazil – de 08 a 14/04/2018

Além de ter acesso à Exposição em si, cada participante seleciona a tela que mais lhe atrai e esta obra será disponibilizada bem à sua frente, podendo observar com conforto e tempo.

Considerando que, além de Artista Plástico, também sou Psicanalista Junguiano, faço questão de intermediar a experiência e a troca de ideias e, dependendo da desenvoltura de cada grupo, posso até propor uma Art Experience, onde VOCÊ se transforma em ARTE!

A seguir, alguns exemplos de que, ao invés de tão somente passearem em frente à Monalisa, investiram em experienciar a ARTE e se transmutaram em suas próprias versões da Gioconda!

Clique Aqui para assistir ao vídeo com as etapas criativas!

Sério Giocondas - Telas de Henrique Vieira Filho
O processo criativo das telas do nosso Artista Henrique Vieira Filho envolve modelos reais, pintura corporal, cenografia e teatro na incorporação das personagens.
Após esta etapa inicial, se somam muitos dias de pintura digital e criação, até o resultado desejado.
Esta imagem sintetiza uma sessão de fotos, uma pintura e o trabalho finalizado, com as telas “Gioconda Africana” e “Gioconda Egípcia”, em exposição na Galeria Hvfartes

 
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Boas Vindas À Sociedade Das Artes

Fabiana Vieira e Henrique Vieira Filho

Desacelere, Aprecie e Vivencie A Arte

Ao invés de apenas visitar uma galeria, ainda melhor será EXPERIENCIAR a Arte, sem pressa!

A proposta do movimento mundial “Slow Art” é que se amplie o tempo de apreciação de cada obra (ao invés de tão somente “passar” por ela….) e os participantes se reunirem para conversar sobre a experiência.

O “Slow Art Day” é uma ação mundial voluntária, por parte de museus e galerias, com adeptos principalmente nos EUA e também no Brasil, com a Galeria HVF Artes e Sociedade Das Artes.

Grande incentivador da proposta, o Artista Plástico Henrique Vieira Filho vai além e soma à Arte sua experiência como Psicanalista, proporcionando vivências ainda mais enriquecedoras aos participantes.

Com dia e hora previamente agendados, o Artista Henrique Vieira Filho receberá grupos de até seis participantes na intimidade de seu estúdio, situado na região dos Jardins (São Paulo – SP), proporcionando a oportunidade de elegerem as obras em exposição que mais lhe impactaram, apreciá-las com conforto e TEMPO e ainda interagir com o Artista, seja conversando sobre as pinturas, seja experienciando uma vivência em Arteterapia ou Psicoterapia Holística!

Galeria HVFARTES
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP
[email protected]
Whatsapp: 11 – 93800-1262

Saiba que será um prazer lhe receber!